nossa empregada lurdinha


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Olá. Meu nome é Felipe. Tenho 18 anos. Moro com meus pais e minha irmã caçula, num apartamento no centro de Petrópolis. O fato que vou contar aconteceu quando eu tinha quatorze anos.
Nós tínhamos uma empregada diarista chamada Lurdes, que sempre trabalhava em nosso apartamento às quartas-feiras. Carinhosamente, nós chamávamos a tal moça de Lurdinha. Já fazia mais de um semestre que ela tava conosco. Ela era uma morena bem gostosa. Tinha seios redondinhos e uma bundinha dura, carnuda e rechonchuda. Lurdinha era casada e evangélica. Eu era tarado por ela. Louco para come-la. Mas ela era uma mulher bastante séria e compenetrada no serviço. No entanto, Lurdinha gostava de conversar muito comigo e com a minha mana, relatando fatos de sua vida pessoal. Entre tantas coisas que nos falava, ela contava sobre a difícil vida que levava, sobre a péssima situação de seu marido desempregado, sobre várias histórias que passou e presenciou, quando trabalhou de caixa, num famoso Supermercado da cidade. Lurdinha também se queixava bastante dos tarados das ruas e dos coletivos. Lembro-me bem de um fato, contado por ela, onde foi atacada por dois caras ao mesmo tempo, dentro do ônibus. Fiquei alucinado de tesão, ouvindo aquela narrativa da nossa doméstica, pois ela confessou detalhes minuciosos daquela dupla encoxada que recebeu. Segundo ela, um dos caras chegou a colocar a mão inteira pela parte de trás de uma saia azul de botões, chegando a alcançar-lhe toda a bunda. Eu fiquei louco mesmo.
Naquela época, meus pais trabalhavam durante todo o dia, só retornando após as 19 horas. Acontece que numa quarta-feira, eles foram até Teresópolis, a fim de resolver uns negócios particulares pendentes. Chovia bastante. Por volta das 17 horas, a meu pai telefonou, avisando que eles iriam pousar em Teresópolis, pois não haviam conseguido resolver tudo. Além disso, o tempo tava bem fechado na região serrana. A chuva só aumentava. Daí, o meu pai chamou Lurdinha ao telefone, e conversou com ela sobre a possibilidade dela dormir conosco naquela noite. A jovem senhora evangélica, que estava grávida de cinco meses, relutou um pouco, mas acabou aceitando a proposta do seu patrão. Sinceramente, eu tava achando estranho, porque o assunto não tinha sido tratado por minha mãe e Lurdinha. Afinal, como manda a regra, é a dona da casa quem coordena esses e outros a fazeres domésticos, não?!
Bem, minha mana tomou banho, e foi se trocar no quarto. Resolvi esperar para ver se Lurdinha tomaria um banho também. Daí, ela foi para um banheiro que havia na área de serviço. Pelo buraco de fechadura, eu pude ver realmente o quanto aquela morena grávida era gostosa. E que rabo maravilhoso. A própria gravidez fazia com que seu traseiro ficasse ainda mais empinado, rechonchudo e apetitoso. Ali mesmo, espiando a nossa empregada, eu me masturbei, gozando muito pra ela. Lurdinha saiu do chuveiro, enxugou o seu corpo e vestiu uma calcinha grande e branca, pondo uma saia de tecido leve, feia e colorida, que ia até a altura dos joelhos. Daí, eu corri para tomar o meu banho, pois eu não queria ser pego em flagrante por ela ou pela maninha.
Por volta das vinte horas, após jantarmos, eu, minha irmãzinha e Lurdinha estávamos na sala de estar, assistindo televisão. Eu, esparramado num tapete, não conseguia tirar os olhos das coxas grossas e morenas da nossa empregada, que se encontrava sentada num sofá, cochilando um pouco, mas se mantendo firme, pois ela dizia querer assistir à novela que logo mais passaria na tv. Minha irmã já dormia profundamente numa poltrona confortável. Lurdinha começou a tombar de sono, roncando cada vez mais forte. Com muito cuidado, eu cheguei próximo ao sofá. Fui, lentamente, levando minha mão até a coxa direita dela. Lurdinha estava com as pernas cruzadas. Pouco a pouco, eu fui subindo a sua saia, fazendo mostrar mais ainda aquela deliciosa coxa grossa. Cheguei a passar, levemente, os meus dedos por sobre sua pele quente. A vontade minha era arrancar aquela saia e aquela calçola branca para poder enfiar tudo dentro dela. Lurdinha já havia nos dito que tomava remédio para dormir. Pude constatar que ela tinha um sono bem pesado, pois eu chamei por seu nome várias vezes, além de balançar o seu corpo para ver se ela acordava.
De repente, eu fui interrompido pelo toque do interfone. Era o porteiro do prédio, avisando que um grande amigo do meu pai, chamado Paulo, estava subindo para deixar uma pasta com documentos. Abrí a porta e fiquei aguardando a chegada do Paulo. Ele entrou no apartamento. Começou a conversar comigo, dizendo que o meu pai tinha pedido para que ele ficasse conosco, naquela noite. Eu, com muita estranheza e atenção, escutei uma explicação sem nexo do amigo do meu pai. Coincidentemente, o telefone tocou naquele instante. Mais uma vez, era o meu pai. Atendi a ligação, e meu pai confirmou a história do Paulo. Minha mãe também falara comigo, dando-me orientações de como eu devia proceder para arrumar a dormida dos “hóspedes” em questão. Assim, entendi que eu e minha irmã dormiríamos no quarto dos meus pais, o Paulo ficaria em meu próprio quarto e a Lurdinha pousaria no quarto. Lá fora, caía um verdadeiro temporal com raios e trovões. Eram verdadeiros clarões e estrondos celestes. Até que ouvimos um barulhão... Faltou energia, e tudo havia escurecido. Todos ficaram assustados com a repentina situação, principalmente, minha irmã e Lurdinha, que estavam dormindo profundamente.
Pedi licença ao amigo do meu pai, e fui pegar e acender umas velas, O relógio de parede já marcava 21 horas. Apesar da escuridão, nós ficamos conversando futilidades por um bom tempo. Ao ver que minha mana adormecia de novo, eu levei-a para a cama dos nossos pais, fazendo lembrar que ela deveria ainda escovar os dentes e por um pijama. Ao voltar, comuniquei ao Paulo e a Lurdinha como seria a instalação deles, em “seus” respectivos aposentos. Daí, já um pouco sonolento, eu me despedi deles, e fui dormir.
Na alta madrugada, eu levantei para fazer um necessário xixi e tomar um copo d’água. Ainda estávamos sem força elétrica. Ao voltar da cozinha para o quarto dos meus pais, eu pude escutar vários gemidos, vindos do quarto da minha irmã. Sem nenhuma dúvida, tava rolando um bom sexo, lá dentro. Daí, sabendo que não usávamos chaves, nem fechávamos aquela porta, pelo fato de ser o quarto da pequena maninha, que ainda tinha certas fobias, eu tive uma idéia. Com todo possível e imaginário cuidado, eu fui pondo a mão na maçaneta e abri um pouquinho a porta. Então, pude me deleitar com uma cena muito louca e irada. Á luz de velas, Lurdinha estava “pagando um boquete geral” no Paulo. Ela, sentada na cama, engolia todo o pau do amigo do meu pai. Fiquei escondido, observando tudo. Após se fartar com a pica do cara, Lurdinha arrancou a própria calcinha, pedindo para o Paulo por tudo atrás dela. Paulo colocou-a de quatro em cima da cama. Logo, toda a tora dura e grossa dele foi sendo enfiada e engolida pelo rabo da crente Lurdinha. A safadinha gemia, mordia os lábios, rebolava o rabo e remexia-se toda...O Paulo ia dando-lhe estocadas bem mais fortes. Lurdinha gemia de prazer, pedindo mais. Eu estava a ponto de invadir aquele quarto para também comer aquele rabo gostoso. Comecei a me masturbar, vendo aquela maravilhosa sacanagem. Finalmente, eles gozaram juntos, enquanto eu batia mais uma punheta ao vivo. Calma e tranqüilamente, eu fechei a porta, indo me limpar no banheiro do corredor. Antes disso, ainda pude ouvir um baixo diálogo entre o casalzinho, onde Lurdinha dizia que ia “cobrar mais caro por aquela enrabada”.Essa foi uma das maiores e melhores surpresas que o destino já havia me preparado. Eu jamais pude desconfiar que aquela jovem senhora casada e evangélica pudesse ser uma putinha safada. Era lógico e óbvio, que Lurdinha e Paulo tinham combinado tudo para aquela noite. E ninguém me tirava da cabeça que o meu pai tava envolvido naquilo também. Bem, fui deitar-me, mas não consegui dormir novamente, pensando em tudo que eu acabara de descobrir. Pela manhã, ambos reagiam como se nada houvesse acontecido. Então, Lurdinha foi embora e Paulo tomou o seu rumo também.
Nas quartas-feiras seguintes, eu passei a observar mais de perto o comportamento e a reação de Lurdinha, dentro da nossa casa. E assim, se passaram mais dois meses. Apesar de já estar no sétimo mês de gestação, Lurdinha continuava se mostrando gostosa. Sempre que eu tinha uma chance, dava uma boa “brechada” pelo buraco da fechadura, e observava aquela crente safadinha se trocando ou tomando banho. Até que, enfim, numa bela e quente manhã de sol ela me chamou para dentro do banheiro de serviço, falando-me em voz baixa e pausada; “Ô Felipe. Você pensa que eu não sei das coisas que você faz, quando eu to aqui no banheiro?”. Prontamente, eu comecei a ficar nervoso, gaguejando e tropeçando nas palavras. Daí, Lurdinha continuou o seu discreto ‘sermão’: “Escuta aqui. Até naquela noite em que o Sr. Paulo dormiu aqui, eu te vi na porta do quarto, certo?”. Neste momento, eu me enchi de coragem e ameacei contar tudo para minha mãe, caso ela não quisesse dar para mim também. A putinha era tão safada que riu bem na minha cara, dizendo que o meu pai também a comia. Então, com um ar bem debochado, ela perguntou-me: “Aliás, você acha que esse bebê que eu tô esperando é do meu marido, do Sr. Paulo ou do seu Pai?”. Lurdinha resolveu contar como tudo aconteceu. Foram, mais ou menos, dez minutos de fatos contados. Ali, eu fiquei sabendo por ela, que o tal cara que certa vez encoxou sua bunda no ônibus, chegando a por a mão inteira por dentro da sua saia, era o Paulo. Segundo ela, não houvera outra vez entre eles nos coletivos da cidade. Contudo, ela tinha recebido ótimas informações de atividades sexuais do Paulo, por intermédio de uma vizinha amiga, também evangélica. Daí, tendo um marido que era péssimo de cama e se recusava a fazer sexo anal ou oral, Lurdinha pediu que a tal amiga lhe apresentasse o sujeito. Assim, há mais de um ano, ela, que também faxinava a casa do tal homem, passou a ser enrabada pelo patrão. Devido à situação miserável que atravessava, Lurdinha passou a cobrar pelas suas “horas extras”. Finalmente, indicada pelo próprio Paulo, ela foi trabalhar em nosso apartamento. Por ser amigo do meu pai, Paulo passou-lhe toda a dica. Hoje, ela pratica sexo anal e oral com os dois. Por fim, com um ar de satisfação no rosto, Lurdinha concluiu: “Foi o Sr. Paulo quem me inaugurou por trás. “.
Eu estava preste a perder a minha virgindade, pois aquela empregada safada, ao saber que eu um “cabação”, decidiu fazer comigo o que o Paulo fez com ela; “Lurdinha resolveu me inaugurar”. Ela falava que jamais tinha “pego” um garoto ou um cara virgem. Aquilo deixou a tal crente mais excitada ainda. Então, ela disse-me assim: “Eu vou fazer de graça para você. Afinal, eu vou ser a sua “primeira vez”. Lurdinha abriu o zíper da minha bermuda, puxando meu pau duro para fora da cueca. Sentou-se no vaso sanitário e me puxou para si pela cintura. E lá foi ela, lambendo a cabecinha da minha pica virgem, fazendo movimentos de vai e vem com a mão no meu pau, salivando toda a extensão da minha rola dura... Eu queria sair voando com aquela chupada tão gostosa e inédita. Depois de molhar bastante o meu pau com o seu cuspe, Lurdinha se levantou e virou o corpo, pondo as mãos no azulejo e oferecendo-me a bundinha: “Vem garoto safado. Eu vou te ensinar a enrabar uma mulher tarada”. Eu tava tão excitado e nervoso que não conseguia me concentrar na sacanagem. Minha tora tava dura, mas eu não acertava enfia-la naquele cuzão aberto para mim. Lurdinha já havia descido sua calcinha grande até o chão e se colocava de pernas abertas, me implorando para enfiar tudo. Daí, notando o meu nervosismo, ela sugeriu que fôssemos para o quarto dos meus pais, pois ela tinha uma idéia. Chegando no quarto, Lurdinha foi ao banheiro da suíte. Voltou, trazendo na mão um creme condicionador para cabelos. Ela mesma lambuzou toda a sua entrada e o reguinho do rabo com o creme. Daí, se pôs de quatro pés na cama, dizendo que era tudo meu. Fui para cima daquela vadia tesuda. Agora sim, o meu caralho se afundou de uma só vez no cuzinho da Lurdinha. Não demorou nada, todo o meu pau duro tava enfiado até o talo, naquele rabo evangélico, que rebolava e sugava meu caralho. Gozei feito um cavalo no cio, enchendo Lurdinha de porra grossa. Finalmente, eu estava inaugurado pela minha deliciosa putinha diarista.
Tudo acabou na outra semana, quando, ao tentarmos repetir a dose sexual, nós fomos flagrados pela minha mãe. Acontece que minha irmã tinha visto tudo que eu e Lurdinha havíamos feito na minha primeira vez. Então, ela contou para a nossa mãe. Naquela manhã de quarta-feira, minha mãe fingiu ter ido ao trabalho, mas voltou para casa. Tomei uns bons tapas. Tive que ouvir bastante também. Quanto a Lurdinha, foi expulsa de nossa casa pela minha mãe, aos berros e insultos, carregando barriga e tudo... Bem, pelo menos, eu me dei bem, pois consegui ser iniciado por aquela mulher tão desejada por mim. Hoje, só me resta a saudade dela e a curiosidade de saber quem seria o verdadeiro pai daquela criança. No mais, Obrigado por tudo, Lurdinha!

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4853 - cachorra crente - Categoria: Heterosexual - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico felipegador

Nome do conto:
nossa empregada lurdinha

Codigo do conto:
4573

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
24/04/2005

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0


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