Minha primeira experiência lésbica


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Sou Débora, agradeço quem votou no meu primeiro conto sobre meu “caso-relâmpago” com um médico, meu vizinho. Este foi meu primeiro passo em falso. Quem leu meu relato, viu que tudo aconteceu tão rápido, que até confundo com um sonho. O médico, que é meu vizinho, encontra comigo no elevador, cumprimenta-me com todo respeito e atenção, fingindo, educadamente, que NÃO aconteceu em seu apartamento, quando fui lhe consultar.
Pensei, algumas vezes, em quebrar o gelo e, quem sabe, dar outra pegada nele. Mas desisti, definitivamente, quando o vi com uma linda morena, saindo de seu apartamento. Vi que ambos traziam alianças nas mãos esquerdas. O médico, meu amante de algumas horas havia se casado. Claro que eu abortei qualquer pretensão de um “bis” em sem apto. Afinal, não sou “destruidora de lares”.

Já que o médico era carta fora do baralho, pensei em pular o muro com outra pessoa. De preferência, do sexo masculino, claro, pois NUNCA tive experiência homossexual. Aliás, sempre achei horrível ver duas mulheres se beijando ou mesmo caminhando de mãos dadas. Eu me senti mal quando Daniela Mércury assumiu a sua homossexualidade. Cheguei mesmo a elogiar o tal Deputado Feliciano apresentou sua idéia de curar os gays.

Mas o destino nos reserva surpresas!
Tudo aconteceu quando fui visitar um tio-avô do meu marido, Júlio, viúvo e idoso, sem filhos, que estava muito doente em Ribeirão Preto. Tio Francisco é muito rico, tem propriedades da cidade e uma próspera fazenda de gado e cana de açúcar, onde o parentada se reúne nas festas de natal e em outros eventos familiares. Alguns iam visitar o velho por amor, outros por consideração. Mas a maioria estava de olho na herança. Inclusive meu marido já calculava sua parte (de 1 a dois milhões!).
Desta vez, a reunião não era para festejar nada. O encontro da família tinha o ar de despedida, pois Tio Francisco não estava bem. De tanto fumar, seu pulmão estava comprometido por um câncer, que o consumia. Ele queria ver todos os parentes antes de morrer. Atendemos o seu pedido e fomos para lá. Saímos de madrugada e chegamos antes do almoço. Meus dois filhos, Pedro e Júnior, caíram na piscina, pois o dia estava lindo. Tia Maria, uma das filhas de Francisco, era a anfitriã da casa, indicando os quartos, onde iríamos dormir. Eram seis quartos, mas eram várias famílias. Tia Maria organizou da seguinte forma: dois quartos continuariam ocupados por Tio Francisco e sua família; os casais deviam dormir separados, porque, dentre eles, muitos eram apenas namorados (moralismo do povo do interior); em dois quartos ficariam todos os homens e nos outros dois, ficariam as mulheres. Mesmo com tal divisão, todas as pessoas ficariam, obviamente, “amontoados”.
Alguns vieram de Ribeirão mesmo, outras de Jundiaí, São Paulo e Paraná. Do Paraná, veio o primo Fernando com sua esposa Cláudia, lindíssima loira, mãe de uma menina de cinco anos, Lúcia. Eu sempre me dei bem com a Cláudia. Eu e Julio fomos padrinhos de seu casamento com Fernando e parinhos de Lúcia, sua filha. Assim que vi Cláudia foi uma festa. Conversamos muito e aguardamos o churrasco na piscina. Todos os homens, sem exceção, inclusive meu marido, “engoliram” com os olhos o corpo divinal de Cláudia, quando ela passou, desfilando pela piscina aquela bunda grande e seios volumosos, nos seus 1,75m de altura. Ela nem se dignou em olhar para trás. Seus olhos azuis, cor do céu, apenas se dirigiram a mim: - Débora, vamos dar um mergulho. Caímos na água e mergulhamos. Fomos para as cadeiras coloca a conversa em dia.
Após o churrasco, fomos colocar nossas bagagens nos quartos. Cláudia, que não desgrudava de mim, pediu para ficarmos juntas na mesma cama. Não era cama de casal, mas era até larga (chamam de cama de viúva), cabendo, perfeitamente, duas pessoas não muito gordas. Olhando as demais opções (colchões no chão; três pessoas na cama de casal etc.), aceitei na hora.
Apesar do Tio Chico estar baqueado pela doença, os visitantes conseguiram mudar aquele ambiente fúnebre, colocando músicas para o pessoal dançar (as criança se esbaldaram); filme e jogo de futebol nas televisões das amplas salas da fazenda. Foi um dia agradável. Terminamos com um jantar delicioso e conversa fiada na ampla sala. Fomos para cama. Homens pra lá e mulheres pra cá.
Como fomos dormir bem tarde, pouca conversa ouvi no quarto. Achei melhor dormir, porque estava cansadíssima.
Por causa do calor escaldante que faz em Ribeirão Preto no verão, coloquei apenas uma calcinha. Afinal, na quarto somente havia mulheres. Cláudia me surpreendeu. Embora estivéssemos com a luz apagada, vi, quando alguém acendeu a luz do banheiro, que ela estava nua. Que corpo! – pensei. Como eu gostaria de ter aquele tamanho e aquelas curvas lindas. Que seios, que bunda, que pernas!
Ela entrou debaixo do lençol branco e falou baixinho para mim: - Débora, vou dormir virada para você, com meu travesseiro nos seus pés, para sobrar mais espaço, tudo bem? – respondi que sim, porque no interior sempre se faz isso, quando duas pessoas dormem juntas em cama de solteiro.
Dormi.
De repente, senti um prazer estranho. Minha perna, coxa e bunda estavam sendo alisadas por uma mão de fada. Estava tão gostoso, que misturei sonho com realidade e, com os olhos fechados, fiquei curtindo aquele carinho. Era, obviamente, minha amiga Cláudia, fazendo aquele inusitado carinho.
Fiquei esperando que ela progredisse e chegasse... imaginem onde. Sim, eu estava com a bocetinha molhada, cada vez mais molhada com aquele afago tão bom.
Cláudia percebeu que eu estava acordada, quando eu me ajeitei, colocando minha
boceta à sua disposição. – Está gostando, amiga? – perguntou Cláudia bem baixinho, para não acordar as pessoas que dormiam. Respondi um seco “sim” e tirei a calcinha rapidamente. Abri as pernas e fiquei esperando aquela boca que subia, devagar, pelas minhas coxas, acompanhada pelas mães aveludadas de Cláudia. Com as mãos nos meus seios, Cláudia atacou minha vagina de forma sensacional. Já me falaram que somente uma mulher consegue fazer em outra mulher um boquete bem feito. Verdade. Cláudia levava sua língua nos lugares certos. Meu clitóris era contemplado com um toque magistral daquela língua e dos lábios carnudos de Cláudia. Meus grandes lábios foram homenageados com chupadas eróticas, super agradáveis. Quando sua língua entrava na minha vagina, sentia que um macho estava me comendo, com um pinto mágico. A língua de Cláudia fazia malabarismo dentro de mim, que nenhum pinto jamais fez. Ao comando de Cláudia, sua língua alterava a forma, às vezes dura e, quase sempre, macia dentro e fora de minha vagina. Fiquei em estado de graça. Com os olhos cheios de lágrimas de felicidade, gemia baixinho, agradecendo a todos os deuses, anjos e santos.
Fiquei tão egoisticamente inebriada com aquela experiência gay, que até me esqueci de retribuir a gentileza. Antes tarde do que nunca. E aquela bocetinha nua e linda de Cláudia estava bem na minha frente. Cláudia percebeu minha intenção, quando apalpei com a mão sua xaninha super molhadinha. Sob o lençol, Cláudia foi, delicadamente, se ajeitando sobre mim. Abriu a perna e posicionou a bocetinha na minha cara. Segurei aquelas coxas roliças e encaixei sua boceta na minha boca, dando um pequeno espaço para facilitar minhas chupadas. Com os joelhos apoiados na cama, Cláudia ia e vinha na minha boca, enquanto chupava minha boceta, com a cara enfiada no meio das minhas pernas abertas. Ainda bem que a luz estava apagada e o quarto bem escuro. Depois da piscina, dança e outras atividades o pessoal do quarto dormia tanto que era um ronco só.
Eu e Cláudia não dormíamos. Apenas ficamos curtindo aquele sexo diferente, mas prazeroso. Por mais incrível que pareça, não senti falta de um pau. E isso foi surpreendente, porque, em toda a minha vida, SEMPRE relacionei sexo com pinto. Sexo sem pinto, para mim, chama-se masturbação. E, naquele momento, eu estava conhecendo um sexo sem pinto, mas com mãos, lábios e língua de uma Afrodite, deusa da beleza e do sexo. Aquele corpo macio, voluptuoso, feminino, cheio de curvas e sensualidade sobre o meu, estava me realizando sexualmente. Nunca pensei que isso pudesse acontecer. Com o corpo de Cláudia colado ao meu e com a boca no seu sexo e com meu sexo na sua boca, senti um GRANDE prazer. Minha bocetinha não resistia aos carinhos de Cláudia e ela não resistia aos meus. Minha boca repetia, TIM por TIM, os golpes de língua, as chupadas nos grandes lábios e clitóris e as penetrações “linguais” que não paravam nunca.
Ficamos assim a noite quase toda.
Ergui o lençol e vi que os primeiros raios de sol, que iluminava as frestas da janela. Apressei meus últimos orgasmos, num vai e vem com a minha boca e língua e Cláudia fez o mesmo. Chupamos as últimas gotas dos orgasmos que saiam daquelas bocetinhas satisfeitíssimas. Após um merecido descanso, nos ajeitamos na cama, fingindo que estávamos dormindo. E até chegamos a tirar o cochilo.
Acordamos bem tarde; depois que todos estavam tomando café da manhã.
- Ei amiga, dormiu bem? – perguntou Cláudia dando um sorriso de felicidade.
Abracei aquela deusa do prazer com força e, no seu ouvido, agradeci o enorme prazer que ela me deu naquela noite inesquecível. Fomos para a sala de jantar, tomar o café. Numa mesa, estavam nossos maridos e filhos. Depois dos beijinhos de cumprimentos, nossos maridos perguntaram, quase ao mesmo tempo: - Vocês dormiram bem? Respondemos em uníssono: - M A R A V I L H O S A M E N T E B E M !!!!!!!



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Comentários


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Comentou em 12/07/2013

Muito gostoso o conto, beijos

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dionisio Comentou em 03/07/2013

q delicia queria ser o lençol pra evolver vcs

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andrezarte Comentou em 03/07/2013

seu conto foi uma delicia de ler, e a historia então, nem se fala, parabens e continue nos dando o prazer de ler suas historias, bjs

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sandra Comentou em 03/07/2013

Muito bom! Vc escreve bem. bj




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Ficha do conto

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deaguiar38

Nome do conto:
Minha primeira experiência lésbica

Codigo do conto:
31540

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
01/07/2013

Quant.de Votos:
15

Quant.de Fotos:
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