FESTA DE ANIVERSARIO ANAL COM SURUBA SURPRESA


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Em maio deste ano (2004) fui uma festa de aniversário na chácara de um amigo. Logo na chegada dei de cara com a irmã dele. Bianca é uma loira linda de morrer com seus 23 anos, sangue italiano, com seus 1.70m de altura e 55 kg e um par de olhos azuis sedutores. Ela desfila em concurso de moda e sempre a achei muito gostosa, porém raramente nos vemos, pois ela viaja muito. A ninfeta me cumprimentou de forma muito carinhosa, me beijando demoradamente e finalizando com um gostoso abraço. Como eu não a via há muito tempo, pensei que a recepção calorosa por parte dela se tratasse de uma demonstração de saudade, e jamais uma cantada. Segui em frente cumprimentando as demais pessoas, mas, nos momentos que se seguiram, notei que a garota não tirava os olhos e estava sempre por perto de mim. A marcação que ela fazia em cima de mim foi acendendo meu tesão a tal ponto que passei a imaginar que a noite seria muito melhor do que o esperado. Durante a madrugada, alguns casais começaram a ocupar os quartos daquela casa enorme para dar início a sacanagens, e Bianca lançou-me um sorriso malicioso. Meu tesão por ela alimentado desde o momento em que cheguei a festa, era grande, mas fiquei na minha para ver como ela se comportaria. Ficamos olhando um para a cara do outro, até que resolvi fazer um charminho e dizer que estava com sono. Levantei-me do sofá, dei um beijinho nela e me dirigi a um dos quartos. Percebi que ela ficou frustrada com minha atitude. Fiz que não me importei, levei adiante minha tática e permaneci deitado na cama, com a luz apagada. Não demorou muito e a porta do quarto se abriu. Embora tivesse certeza de quem chegava, cheguei a perguntar quem era. Não houve resposta, apenas o toque de uma mão delicada e perfumada tampando a minha boca para que ficasse quieto. Pela voz macia, quase um sussurro, tive certeza de que era ela. Ela deitou-se ao meu lado, e segurou minha mão, conduzindo-a até seus seios. Meu pau levantou na hora. A garota passou a roçar minha mão em seus peitos, já descobertos, de bicos completamente duros. Dos seios, ela foi descendo minha mão pela barriguinha até pousa-la na bocetinha quente e peludinha. Era o momento de agir, tomar a mim as iniciativas. Passei a movimentar os dedos, que se alojaram na boceta, ensopada de tesão. Ao mesmo tempo, beijei sua boquinha doce, de lábios grossos e quentes. Ela tirou seu vestido e inclinou minha cabeça na direção de seus peitos, que suguei, dando leves mordidas nos bicos. A ninfeta apertou minhas costas e cravou as unhas no meu pescoço, enquanto gemia desesperada. Aproveitei aquele momento de prazer incontrolável e avancei com minha boca rumo a sua boceta quentinha. Ali depositei minha língua e passei a fazer malabarismos sobre o grelinho. Ela se contorcia, jogava as pernas por cima de mim, se arreganhando inteira. Foi assim que ela chegou ao primeiro orgasmo derramando seu liquido doce na minha boca. Fui por cima dela e nos beijamos loucamente entrelaçando nossas línguas deixando-a com muito tesão. Bianca sussurrou em meu ouvido que estava muito afim de chupar meu caralho pois adorava sexo oral e ainda por cima queria provar do meu leite. Não podia ouvir coisa melhor naquele momento. Sempre curti sexo oral e, quando gozo na boca de minha parceira, sinto o maior prazer do mundo. Senti sua boquinha molhada descer pelo meu peito e alcançar meu cacetão já duro e latejante. Ela o engoliu de uma só vez, fazendo movimentos circulares com a língua, ao mesmo tempo em que batia uma punheta com os lábios. Foi um sobe-e-desce rápido que deixou meu cacete inteiramente babado de saliva e me levou rapidamente ao gozo. Descarreguei minha porra quente naquela boquinha e ela engoliu tudo, chegando a lamber os lábios de satisfação. Ela ainda me deu um beijo na boca e disse que tinha adorado beber meu leite quente e grosso. Ainda assim, meu pau continuava duro, pois não via a hora de montar naquele corpo gostoso. Disse a ela que estava morrendo de tesão e queria fodê-la como uma puta e fazê-la gozar no meu cacete, mas que essa transa tinha de ser de luz acessa, porque queria apreciar também seu corpo todinho. Ela sorriu, esticou o braço, acendeu o abajur, estirou-se na cama, abrindo as pernas, e disse: “Então, está bom assim? Olha bem para minha boceta e veja como ela está ensopada”. Ajeitei-me para introduzir meu cacete que enfrentou certa resistência para invadir sua boceta por ser muito apertada. Ela preferiu sentar-se em mim para facilitar a penetração. Quando o cacete sumiu dentro dela, Bianca passou a cavalgar no meu pau, deixando-me louco. Ela gozou com facilidade, gritando e pedindo mais. Coloquei-a então de quatro e segurando firme pela cintura comecei a bombar com ritmo e muita força enquanto minha putinha massageava freneticamente seu clitóris. Gozei com fartura em meio a muitos gritos e palavrões. Bianca saiu alguns instantes e voltou com cerveja gelada e ficamos bebendo na cama. Ela começou a brincar com meu pau, que logo ficou duro outra vez. Aproveitando sua brincadeira, derramei um pouco de cerveja em sua boceta e meti a boca, dando-lhe um banho de língua. Bianca balançava e esfregava sua boceta na minha cara, gozando como nunca. Coloquei minha ninfeta de quatro, dei uma lambida caprichada em seu rabo, depositando bastante saliva na abertura. Ela apoiando-se na cama levou as duas mãos até sua bundinha, abrindo o máximo suas nádegas deixando seu cuzinho totalmente exposto. Num golpe certeiro, meu caralho desapareceu por completo dentro dela. Bianca suspirou profundamente e começou a rebolar freneticamente forçando os quadris para trás como uma verdadeira puta. Quando seu cuzinho passou a piscar, latejar e pressionar meu cacete, não consegui me conter e soltei fortes jatos de porra. Bianca gritava de tesão, não parava de rebolar e piscar o cu, inundado de leite. A safada me pediu que não saísse de dentro dela, pois queria sentir meu pau amolecer. Foi incrível e nostálgico porque pela segunda vez na vida, encontrei uma garota que sabia aproveitar até o último gozo. Quando meu pau começou a sair de seu cuzinho agora totalmente alargado, ela deu uma latejada forte com o cu e gozou novamente para meu delírio, relembrando uma outra ninfeta do passado que tinha feito a mesma coisa.
Demos uma longa pausa para descanso, porém nenhum dos dois estava com o mínimo sono. Ficamos nos beijando, nos acariciando e trocando idéias sobre sacanagens e fantasias sexuais. Depois de mais de uma hora de intervalo, resolvi que era hora de recomeçar e quando me ajeitei para subir em cima dela, ouvimos uns gemidos vindos do quarto ao lado. Ela me olhou, deu um sorriso malicioso e sugeriu que fôssemos até lá para ver o que estava acontecendo. Para nossa surpresa, demos de cara com um amigo nosso comendo o cuzinho da namorada, que estava de quatro e com a bunda escancarada.
Surpresa ainda maior tivemos quando nosso amigo nos convidou para entrar na transa. Minha gata adorou a idéia de participar de uma suruba dizendo: “Eu sempre sonhei em participar de uma dupla penetração. Quero ser fodida por dois pintos ao mesmo tempo”, revelou sem rodeios. A confissão deixou-me maluquinho e nosso amigo largou sua garota e se aproximou de nós. Ficamos por algum tempo entre beijos, amassos e chupadas, até que minha companheira fez nosso amigo se deitar e sentou-se na vara dele. O mastro sumiu em sua bocetinha. “Agora vem comer minha bunda”, convidou-me. Enquanto ela cavalgava o amigo, ajoelhei-me atrás dela e penetrei lentamente seu orifício dilatado. Ela se estremeceu toda, gemia feito uma cadela, rebolando sem parar. A gata que transava anteriormente com nosso amigo, que por sinal era uma deusa e se chamava Silvia, para não ficar de fora, sentou com a boceta na boca do namorado e pediu para ser chupada. Vocês podem ter idéia da cena magnífica formada por aquela suruba. Estoquei com firmeza no cuzinho de minha gata, enquanto meu amigo permanecia parado, curtindo o remelexo dela. Ambas as ninfetas começaram a gozar quase ao mesmo tempo, e nos arrastaram também a um orgasmo avassalador, já que cu e boceta latejavam simultaneamente. Bianca que estava adorando ser duplamente penetrada delirava ao sentir jatos fortes de porra invadindo os dois buracos.
Saciada, ela afastou-se momentaneamente cedendo lugar a Silvia. Tanto eu quando ele pensávamos que não dava para mais nada, mas ela não desistiu. Chupou nossos cacetes, ora um ora outro, e às vezes tentava enfiar os dois ao mesmo tempo na boquinha. Foi uma chupada demorada, mas deliciosa. Quando sentimos o gozo se aproximar, as duas se colocaram na nossa frente. O que se seguiu foi uma gozada maravilhosa, que atingiu em cheio a carinha das duas. Para terminar, as garotas começaram a se beijar, para que uma pudesse sentir na boca da outra o gosto da porra. Permanecemos os quatro deitados no carpete e acabamos adormecendo.
Ao acordar de manhã cedo, percebi que Silvia não estava mais com a gente. Fui até o banheiro, e ao abrir a porta, percebi que o chuveiro estava ligado. Ao Empurrar a porta do box vi a nudez esplendorosa da ninfeta. Silvia e Bianca trabalham juntas na mesma agência, porém Silvia consegue ser ainda mais gostosa do que a amiga. Ela também tem 23 anos, com 1.80m, 58 kg, cintura 63cm e busto e quadril com 90 cm. Gaúcha tesuda, morena de cabelos cacheados, olhos verdes e sedenta por um caralho diferente.
Entrei no chuveiro e ela recebeu-me num misto de susto e tesão. Abraçando-a e beijando-a, fui abaixando o corpo e, comecei a sugar-lhe os seios que na mesma hora intumesceram enquanto ela gemia sem parar. Fui abaixando cada vez mais até chegar a sua bocetinha de pêlos ralos. Quando enfiei minha língua, ela gozou rapidamente, pedindo cada vez mais e mais. Nos beijamos novamente e aí foi a vez dela abaixar minha cueca e cair de boca no meu cacete, que estava arrebentando de tão duro. Chupou, lambeu, mordeu de leve a cabeça, enfim um carinho para deixar qualquer um maluco. Segurei-a pelos ombros e afastei-a, pois não queria gozar em sua boca. Puxei-a para cima, beijando-a intensamente. Fechei o chuveiro e levei-a toda molhada para um outro quarto, onde a deitei sobre a cama. Seu corpo moreno bronzeado contrastava com o lençol branco. Quase não acreditava que aquele tesão de mulher estava totalmente a meu dispor. Beijei-a no rosto, nos olhos, corria minha língua pelo seu corpo, no ouvido, pescoço, acariciando-a de leve, ora nos seios, ora entre as pernas, de onde saía um calor intenso. Toquei os lábios em seus seios e fui sugando como um bebê faminto. Ela se mexia como uma cobra, pedindo mais e mais. Continuei descendo vagarosamente, saboreando cada pedaço daquele corpo pronto para explodir de tanto prazer. Atingi sua bocetinha cheirosa, completamente encharcada pelos sucos vaginais. Quando mordi seu grelinho e com a ponta da língua massageei freneticamente sua bocetinha, Silvia não agüentou e estremeceu num gozo intenso, quase desmaiando. Levantou-se e, com um olhar superdengoso disse-me: “Nunca gozei tão gostoso”. Deitou-se sobre mim e completou: “Vou te matar de tanto prazer”, começando a chupar-me o pescoço, o bico dos mamilos, o umbigo e finalmente abocanhou o cacete. Lambia e dava mordidas leves como se estivesse saboreando um picolé, levando-me à loucura, principalmente quando enfiava a ponta da língua no buraco da cabeça e chupava, como se quisesse alargá-lo para aumentar o fluxo de porra que ela sabia que ia ganhar. Fui puxando-a de leve até posicionar a cabeça na entrada da bocetinha, que parecia pedir-me ansiosa para penetrar-lhe. Levantei sua perna até meu ombro e comecei a pincelar por toda a extensão, desde o cuzinho até o clitóris. Penetrei-a lentamente, sentindo cada pedacinho daquele canal estreito que me enchia de prazer. Comecei um vaivém, até que senti que gozava mais uma vez. Segurei o gozo, pois não sabia se aquela seria minha última oportunidade. Virei-a de bruços e penetrei-a por trás enquanto massageava os peitinhos e mordia-lhe a nuca e o pescoço, arrancando arrepios e sussurros. Apertava as nádegas prendendo ainda mais meu cacete em sua bocetinha, acelerando o gozo, que desta vez foi impossível de segurar. Ela levantou a bunda e, pressionando suas nádegas contra meu cacete, cheguei ao máximo de profundidade e despejei todo o tesão e desejo que sentia por ela, no mesmo momento em que ela gozava também. Enquanto eu descansava, Silvia ficou alisando meu corpo e disse que estava louca para ser enrabada por mim. Disse que o namorado jamais permitiria que ela desse seu rabinho para outro e ficou super afim depois de ver o quando Bianca delirou e gozou com meu cacete. Inclinei o corpo dela para a frente, dei uma bela lambida em seu cuzão e ajeitei a cabeça na entrada. Ela fez uma ligeira pressão para trás em forma de rebolado e meu caralho entrou até o fundo. Pelo gingado percebi o quando Silvia tinha de experiência nessa área. Iniciei o entra e sai lentamente enquanto a ninfeta acomodava a cabeça num travesseiro. Ela forçava a bunda para trás, rebolando e dando estocadas junto comigo. Comecei a dar leves palmadas acompanhando o vai e vem que continuava em ritmo lento. A medida que foi aumentando o ritmo, as palmadas iam ficando mais fortes e as reboladas também foram intensificadas. Ela começou a gemer, sacudida por um orgasmo atrás do outro. Levei algum tempo para eu alcançar meu merecido gozo, mas quando veio, liberei toda a minha porra quente naquele cu delicioso, dando espirradas fortes e poderosas. Silvia voltou a deitar-se do lado do namorado e acordaram só próximo do meio dia. Fui tomar uma ducha refrescante, seguido de um reforçado café da manhã. Os outros quartos da casa estavam ocupados por outros amigos e amigas que assim como eu transaram até adormecer. Fui assistir televisão e Bianca acordou uma hora depois aparecendo só de calcinha na minha frente. Me beijou ardentemente e iniciou uma chupada em busca do seu leite matinal. Demos uma big trepada no sofá da sala e ficamos a espera de algum casal acordar para ver se rolava mais alguma coisa. Eu e o namorado de Silvia repetimos a suruba, metendo gostoso em Bianca que viciou na brincadeira. Durante a transa, quis comer o rabinho de Silvia mas seu namorado não permitiu alegando ser só dele. Então fizemos uma dupla penetração em sua namorada, onde a ninfeta rebolava tudo o que podia no meu caralho. No final do dia, todos estavam acabados e resolvi ir embora. Bianca toda arregaçada era só felicidade e me pediu para ligar e combinar de saímos para novas trepadas. Silvia me beijou no rosto e cochichou no meu ouvido que seu rabinho seria todo meu, caso eu resolvesse ligar. Senti naquele momento, o gostinho de um novo ménage que pairava no ar. Quando eu conseguir colocar em prática serão os primeiros a saberem.
Quero agradecer a todas as garotas e mulheres que me escrevem. Fico feliz de poder trocar algumas experiências, responder a dúvidas sobre sexo e até aconselhar algumas mulheres que enfrentam algum tipo de problema ou preconceito. Continuem escrevendo que terei o maior prazer em ajudar ou simplesmente trocar algumas sacanagens.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
FESTA DE ANIVERSARIO ANAL COM SURUBA SURPRESA

Codigo do conto:
2847

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
16/08/2004

Quant.de Votos:
1

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0


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