COMI MINHA SOBRINHA NO TAPETE DA SALA




Essa experiência deliciosa que vou relatar aos amigos do site aconteceu comigo em 2015. Sempre lia e leio contos de incesto. Confesso que sempre achei nojento envolver com alguém de laço sanguíneo. Mesmo porque é sempre um risco pois não sabemos a reação. Como já sabem sou casado e confesso a vocês que já comi minha cunhada no começo de namoro e algumas vezes depois que casei. Com tempo vou narrar para vocês alguns momentos que tive com minha cunhada. Hoje resolvi publicar o que aconteceu entre eu e minha sobrinha por parte da minha esposa. Seu nome é Érica que hoje tem 21 anos. É a mais gostosa das irmãs. Baixinha, seios de médios para grandes, cinturinha fina e bunda grande e empinada, uma delicia de ninfeta. Adorava quando ela vinha me abraçar. Érica me abraçava apertado encostando seu corpo deliciosamente no meu. Quando não tínhamos nada para fazer íamos para a casa da irmã da minha esposa. Sempre gostei de usar bermuda ou calção sem cueca. Sinto-me mais a vontade embora meu cacete fica balançando quando ando. Minha mulher nunca gostou de me ver sem cueca por baixo. Quando abraçava minha sobrinha colava no corpo dela e numa dessas encostadas a cabeça do meu pau encostou na bucetinha dela num vestido fino que ela usava. Acho que ela percebeu pois saiu disfarçando para cumprimentar sua tia. Neste dia em diante ela sempre disfarçava e olhava para meu volume na bermuda ou calção. Era louco pela bundinha dela e seus seios. Imaginava foder ela até gozar bem gostoso, chupar inteirinha...
Seus abraços passaram a ser mais demorados e bem encostados. Eu fazia questão de encostar minha rola para ela sentir. Certa vez enquanto suas irmãs, minha esposa e sua mãe estavam na sala eu fui para os fundos da casa, como sempre fazia. Logo em seguida veio a Érica usando um short discreto porém que mostrava sua belas pernas e o volume de sua bucetinha. Érica veio para pegar algumas roupas da máquina de lavar. Ela então pediu que a ajudasse. O espaço na lavanderia é pequeno logo nosso contato foi inevitável. Érica se inclinava sobre a máquina para pegar as roupas. A visão daquela bunda me deixou inebriado e meu pau começava dar sinal de vida. No passar por trás dela acabei encostando em sua bunda. Disfarcei porém ao passar de novo percebi ela jogando a bunda para trás e mais uma vez encochei sua bunda gostosa. Que sufoco esconder minha ereção. Érica sabia que estava de pau duro primeiro que o volume denunciava segundo que sua bunda sentiu a ereção. Estava decidido que iria comer minha sobrinha ali na lavanderia só não aconteceu porque minha cunhada estava se aproximando e saí rapidamente para ela não ver minha ereção.
Meu trabalho é diferente de minha esposa. Meus horários são mais flexíveis e naquele dia eu faltei (abonada) e minha esposa trabalha até as vinte horas. Era uma sexta-feira chuvosa e eu estava organizando algumas coisas na casa quando escuto alguém chamando pela minha esposa.
- Tia, tiaaaaa!
Quando olho era a Érica
- Oi Érica. Sua tia não está!
- Puxa então volto outra hora!
- Não. Entra meu anjo sai dessa chuva!
- Não quero te atrapalhar!
- Que nada entra!
Érica entrou e deu aquele abraço que vocês já sabem. Como estava sozinho eu usava um calção de tecido fino e sem cueca. Encostei nela bem gostoso.
- Sumido tio. Não foram mais em casa!
Ela falava abraçada a mim.
- Falta de tempo lindinha!
Nos soltamos, porém meu pau já estava volumoso. Disfarcei e pedi que ficasse a vontade. Terminei o que fazia e fui preparar alguma coisa para oferecer a ela. Como chovia muito e esfriava propus assistirmos algum filme na sala. Ela concordou. Na sala fechei as cortinas e deitamos no tapete cobertos num edredom. Estava quase pulando encima dela e realizando todo desejo acumulado por ela. Me controlei decidido me comportar bem para não dar BO caso estivesse enganado. Como estava cansado e sem paciência para assistir filme acabei dormindo. Geralmente durmo de lado e logo me virei para o lado dela. De repente sinto seu corpo encostando no meu. Sua bunda deliciosa foi aos poucos encostando no meu pau. Achei melhor fingir que estava dormindo para ver até onde Érica iria com isso. Minha rola estava dura e pulsando nessa hora. O calor de seu corpo e aquela bunda macia descontrolava minha respiração. Virei-me de barriga para cima fingindo continuar dormindo. Aquela safadinha estava decidida a me provocar. Colocou a mão sobre minha barriga e foi descendo devagar até chegar no meu pau. Colocou sua mão por dentro do calção e pegou na minha rola dura como aço. E baixinho sussurrou.
- Nossa que pau grosso!
Logo começou uma deliciosa punheta. Que mãozinha macia. Meu pau babava, molhando sua mão. Érica então foi descendo meu calção aos poucos e libertando meu pau. Alisava meu saco e voltava na base. Próximo passo foi tirar um pouco do edredom. Ao ver meu pau exclamou baixinho.
- Que pauzão lindo!
Comecei a sentir um calor gostoso e macio quando olhei minha deliciosa sobrinha estava com minha rola em sua boquinha de seda. Chupava com vontade tentando colocar ao máximo na boca. Fazia movimentos de sobe e desce encostando a cabeçona na garganta. Não me controlando mais segurei em sua cabeça e forcei o boquete. Ela assustada tentou sair. Não conseguia falar pois sua boca estava preenchida com meu cacete. E disse a ela.
- Chupa Érica. Chupa o pauzão do seu tio!
Eu estava maluco com aquela chupeta. Tirei de sua boca e como lobo faminto comecei tirar sua roupa. Ela tentava sair.
- Não tio, acho que fui longe demais. Posso explicar porque fiz isso!
- Depois você explica agora você só tem que ser boazinha!
Tirei sua calcinha e caí de língua. Chupei saboreando com muita vontade aquela bucetinha linda. Érica delirava de prazer. Aos poucos foi se entregando totalmente.
- Ai tio que gostoso!
Depois de chupar fui me posicionando sobre ela. Sua pernas abertas me deixava louco para foder. Eu sabia que Érica não era mais virgem. Minha esposa ficou sabendo pela minha cunhada que o namoradinho dela tirou seu cabacinho. Apesar de já não ser mais virgem tentou evitar.
- Não tio seu pau é grande e grosso vai rasgar minha buceta!
- Calma Érica não precisa ter medo vou colocar bem devagar!
Encostei o cabeção e fui empurrando devagar.
- Aaaaaaaiiiiii...
- Só mais um pouco, pronto!
Sua buceta tinha engolido meu pau. Ela suava e gemia de prazer.
- É muito grosso tio!
- Vou te mostrar o que é foder de verdade sua vadia. Sua bucetinha está muito apertada. Seu namorado tem pau pequeno é?
- Tem.
- Então deixa comigo que vou te mostrar o que é foder de verdade!
Socava com vontade nela. Não demorou muito e gozei. Meu pau latejava dentro de sua xoxotinha agora arrombada. Ficamos abraçados e nos acariciando. Meu pau começou querer mais. Érica viu o “bichão” duro de novo e disse:
- A não tio minha bucetinha está dolorida!
- Agora quero o cuzinho meu bebê!
- Nunca dei a bunda, não por favor!
- Deixa Érica, deixa pelo menos sentir o calor de sua bunda!
Fui falando e colocando ela e bruços. Não oferecia muita resistência. Levantei e corri pegar o KY que guardo num dos móveis. E ela estava do mesmo jeito que deixei: safadinha. Besuntei seu cuzinho com bastante lubrificante e também meu cacetão.
- Vou bem devagar tá meu amor!
- Tenho medo tio, é grande!
- Relaxa já já você está gozando pelo rabinho!
Fui apertando a cabeça e laceando seu cuzinho. Acho que era virgem no cuzinho mesmo pois estava difícil colocar a cabeçona. Ela gemia e pedia para ir devagar.
- Aaaaaaaiii tio...devagar ele é virgem...
- Seu namorado é um bunda mole mesmo. Como pode não tentar comer esse cuzinho!
Fui empurrando e quando vi seu cuzinho já tinha agasalhado meu cacete. Com carinho fui movimentando.
- AAAAAAAAAAAAiiiiiiii...paaaaaraaaa...
Que cú apertado era aquele Érica nem se mexia. Pegou o travesseiro e começou morder. Olhava para trás pedindo para terminar logo.
- Goza logo tio. Meu cú está ardendo!
- Já vai meu amor. Vou deixar você bem arrombadinha para nunca esquecer de mim tá!
Sem tirar o pau coloquei ela de quatro e soquei até o saco. Érica chorava mas já dizia que estava gostoso dar a bunda. Que delicia de cú. Depois de tanto socar descarreguei minha porra bem fundo no rabão dela. Fiquei engatado nela e fui saindo aos poucos. Seu rabinho ficou bem alargado. Depois da foda a levei para o banheiro, dei banho nela. Estava meio sem graça com o que aconteceu.
- Tio promete que não vai contar para ninguém!
- Claro lindinha! Você acha que vou sair falando por aí?
- Você é louco comer a própria sobrinha!
- Foi você quem começou. Quem começou chupar meu pau?
- Eu só queria ver o tamanho do seu pau e acabei chupando!
- Pois é e você acha que eu ficaria parado sem fazer nada! E mais a partir de agora sou dono desse seu bundão!
- Desde que o senhor não fale para ninguém!
Prometemos que seria nosso segredo e se caso ela quisesse mais rola era só procurar seu titio. Peguei o carro e a levei embora antes que minha esposa chegasse. Arrumei a bagunça na sala e sentei no sofá lembrando das cenas ali no tapete. Que delicia de sobrinha.
Foto 1 do Conto erotico: COMI MINHA SOBRINHA NO TAPETE DA SALA

Foto 2 do Conto erotico: COMI MINHA SOBRINHA NO TAPETE DA SALA

Foto 3 do Conto erotico: COMI MINHA SOBRINHA NO TAPETE DA SALA


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Comentários


foto perfil usuario tabathatb

tabathatb Comentou em 15/04/2019

Otimo conto! Adorei as fotos

foto perfil usuario flamengo21

flamengo21 Comentou em 15/04/2019

que delicia pega a sobrinha, ja aconteceu comigo e também houve repetição...votado.

foto perfil usuario casadosafada

casadosafada Comentou em 15/04/2019

Bom conto. Cheio de tesão. Essas fotos são sua e da sua sobrinha. Belas fotos. Depois passa lá nos nossos contos e dê uma linda. Se possivel vote e comente também.




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Ficha do conto

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taradosafado

Nome do conto:
COMI MINHA SOBRINHA NO TAPETE DA SALA

Codigo do conto:
137315

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/04/2019

Quant.de Votos:
12

Quant.de Fotos:
3


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