O Vestidinho Branco


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Analisando por quais motivos as pessoas participam e interagem com um site de contos eróticos, seja: “como leitor, escritor e, outros”, conclui que esses questionamentos geram incertezas e dúvidas em muitas pessoas, independente de sexo, estado civil, condição social e, mais....Ele funciona pra mim como um instrumento necessário, capaz de liberar minhas tensões sexuais, resultante de meus desejos ocultos. Nosso universo é diversificado, com pessoas geneticamente diferentes. Essa realidade é comprovada no dia-a-dia, na observação das diversidades, tendências e preferências sexuais. Por isso é importante respeitar e aceitar nossos desejos, eles nos invadem sem pedir licença e, se impõem. Estou abordando esse assunto por uma única razão: “Sou nova, bonita, sensual, corpo bem feito, inteligente, culta, bem casada e, de bom nível social”, ( e, nada disso impede que eu seja invadida por um desejo sexual incontrolável). Esse incontido desejo brota, em saber o poder que temos como mulher: - Em deixar o homem que quiser, babando de tesão, chegando ao ponto de se masturbar nos desejando. Isso sou eu, não adianta querer fugir, nem me esconder! Como poderia fugir de mim mesma? . Por isso procuro dividir anonimamente minhas confissões. Minha vida cotidiana prende-se a ir para faculdade, academia de ginástica, shopping, e, caminhar sempre nas áreas do condomínio onde moro e, gosto de usar roupas leves e justas que permitam me mostrar. Ultimamente recebi alguns telefonemas anônimos, no número da minha casa, não uso telefone celular para não ser monitorada pelo meu marido. Dentre as ligações que recebi, uma delas me despertou atenção pela insistência com que se repetia, eram sempre em horários em que meu marido não estava em casa. Esse fato despertou minha curiosidade: - “Identificar quem poderia ser esse homem anônimo”, que conhece os horários habituais do meu marido.. Todas as outras ligações haviam, cessado, menos essa que continuava a tocar insistentemente. Resolvi identificar quem poderia ser esse desconhecido, comecei então a observar atentamente o comportamento de todos os homens que participam do mesmo ambiente que freqüento, ou seja, da faculdade, da academia de ginástica, do condomínio e, os de numa praça grande e arborizada perto aqui do condomínio. Geralmente à tardinha quando o sol começa baixar, os rapazes aqui do condomínio, se aglomeram pra conversar num local reservado perto da quadra de tênis, lá estão três bancos de madeira escondidos entre os arbustos por onde passa a pista de Cooper e, logo adiante duas barras de alongamentos, onde sempre me exercito. Analisando vários aspectos do local, cheguei a conclusão que aquele seria o lugar ideal para dar início às minhas investigações. Ele dispunha na minha visão, de todo requisito sigiloso que o caso exigia: “ um local onde você pudesse observar sem ser visto”... - Diante desse cenário apropriado, comecei minha linha investigatória. – Naquele local, os rapazes costumavam se esconder, para ficarem olhando as moças do condomínio se alongando, e se masturbarem sem serem vistos. Eu gosto de sentir os homens me tarando, por isso já conhecia bem o local, sempre me exibi findo não vê-los. Acreditava que aquela ligação insistente pudesse está vindo de algum daqueles rapazes e, precisava descobrir! - Então decidi fazer uma caminhada naquela tarde: - Me preparei toda, adequadamente para àquele momento, atenta à meu objetivo, que era : - (Descobrir se aquela ligação vinha de algum daqueles rapazes), - Coloquei pensada mente: Uma meia calça, transparente cor da pele, bem ligada ao corpo, ‘chegando a penetrar minhas entranhas’, coloquei uma calcinha de lycra branquinha, com rendas, bem enrabadinha, deixando minhas coxas e bum bum, bem convidativos. Depois, fiquei na ponta dos pés, de costas para o espelho, para observar e sentir detalhadamente se, àquele visual era potente o suficiente para me ajudar naquela investigação, que era: ( Descobrir quem era àquele anônimo do telefone). Fiquei muito excitada durante o processo de aprovação daquela indumentária: (Nela - vi a possibilidade de identificar àquele anônimo), (Não podia haver falha). Por fim, coloquei um sutiã meia taça, fininho e sem bojo, só pra fazer a marquinha e mostrar os biquinhos .dos peitos, depois coloquei um vestidinho de Jersey, curtinho, fino, preto, bem ligado no busto, mostrando com transparência todas as minhas formas, deixando a sainha do vestido bem soltinha, mostrando minhas pernas.
Fui pra pista de Cooper e comecei a caminhar sentindo prazer com a aquela calcinha dentro da minha bundinha e o vestidinho solto, sentindo um ventinho gostoso soprando por baixo da minha sainha. Passei pela quadra de tênis os rapazes estavam lá no banco conversando, me olharam discretamente, porque sabem que sou casada, depois da primeira volta, parei um pouco nas barras de alongamento, me alonguei e continuei a caminhada, senti um dos rapazes se aproximando e gostei, ai conclui mais uma volta e parei nas barras de alongamento novamente, observei discretamente, vi que tinha uma pessoa atrás da árvore me olhando, curiosa pra vê-lo mais de perto, resolvi deixar ele bem à vontade, fiquei de costas e levantei as pernas para a barra de alongamento, deixando a sainha levantada e a bundinha de fora, depois tirei a perna da barra e fui levantando discretamente a minha sainha, fingindo ajeitar a calcinha, sabendo que ele continuava a me olhar, fiquei de frente e vi quando ele se masturbava com a rola pra fora, ele se esporrou me tarando e, continuou no mesmo lugar me olhando embevecido, àquela cena me deixou muito excitada e descontrolada, comecei a deduzir que àquele tarado poderia ser o anônimo do telefone!!!... Imaginei!!!...(Deve ser ele, sim), e fiquei me abrindo pra ele, de tanta tesão que sentia, ele se aproximou devagarzinho, eu fiz que me assustei, ai ele perguntou se meu nome era Júlia, se eu morava naquela casa que tem um cachorro da raça dinamarquês, eu falei que sim, ele disse você é casada Né?, eu respondi que era, ai ele falou: você é uma mulher muito bonita e atraente, eu perguntei: você me conhece? Ele falou: sempre vejo você caminhando aqui, adoro ver as roupas que você usa, isso sempre me deixou curioso, onde você compra suas roupinhas? Eu fiquei meia sem jeito, ele continuou: que tecido é esse, eu respondi: lingerie, ele respondeu que nunca tinha visto um tão fininho e liso, ai disse: Tecidinho feito esse me deixa tarado com vontade de passar a mão, olhei pra ele e disse: se for só por cima do vestidinho, pode alisar, pra sentir a textura, ele passou a mão delicadamente bem de leve por todas as minhas partes que o vestido cobria, eu senti o cacete dele duro dentro da bermuda e perguntei se ele não queria se alongar, ele falou não, mas quero lhe ver, eu disse: então fique só me olhando, fiquei nas pontas dos pés e me empenei pra pegar a barra deixando a bundinha bem empinada, quando senti ele se encostando com aquele pau duro dentro da bermuda e dizendo que eu era deliciosa, eu não agüentei, segurei no pau por dentro da bermuda e fiz ele se esporrar de prazer. Ai perguntei: É você que anda telefonando pra minha casa? Ele falou que sim, eu perguntei por que você é tão insistente, ele falou: você vai entender, como já estava escurecendo, eu resolvi voltar pra casa, antes que o meu marido chegasse. Tomei banho, troquei de roupa, meu marido chegou, jantamos, fomos pra quarto, fizemos amor, fui comida, lembrando e sentindo a rola daquele macho gozando. No outro dia pela manhã, assim que meu marido saiu, o telefone tocou, eu já sabia que era ele e atendi bem delicadamente, ele me cobriu de elogios e galanteios e perguntou por que eu não atendia antes, eu falei: Porque não atendo estranhos, agora já lhe conheço. Depois de conversarmos bastante ele me perguntou se podia me fazer um pedido, eu falei se for possível sim, ele falou que era possível, sim, só dependia de mim, eu falei então diga o que é, ele falou: já estou excitado só em pensar, eu perguntei e sua mulher, ele disse esta viajando. Eu disse baixinho: você se excita facilmente Ne,? - ele falou: com você é impossível não ficar assim, como eu estou agora, eu perguntei inocentemente, assim como?.. ele falou: de pau duro e todo melado, eu falei pare.. e diga o que você quer..., ai ele começou me dizendo que vinha a muito tempo me tarando e se masturbando La pista, e tinha um desejo de me ver de vestidinho branco e sem calcinha, eu falei, sem calcinha? Ele falou sim! Minha tara é lhe ver se mostrando vestidinho branco e sem calcinha, eu falei: não tenho nenhum vestidinho branco, nunca uso, ele respondeu: que tinha comprado um exclusivamente pra mim e, só em pensar em me ver vestida com ele, se esporrava todo, aquilo me deixou toda melada, não estava agüentando de tanta tesão, àquela conversa picante no meu ouvido, ai disse a ele que usaria sem calcinha, mas, ele ia ficar muito excitado e ia querer me comer e isso não podia, ele falou: não minha filhinha, quero bater uma punheta lhe tarando com ele. Combinamos para naquele dia ele deixar o vestidinho na minha casa, estava ansiosa pra ver que vestido era esse que mexia tanto com ele, fazendo ele se masturbar só em pensamento. À tarde o empregado da casa dele deixou a encomenda em minha casa, sem saber do que se tratava, eu fui pra o meu quaro com aquele embrulho na mão, ansiosa para abri-lo, já estava excitada com aquela aventura, abri e adorei, era um vestidinho branco simples e bem sensual, ai entendi porque ele queria sem calcinha. Àquele vestido branquinho bem composto, podia esconder minha fragilidade feminina e, permitia ativá-la no momento em que, o visse, era perfeito!!.... Combinamos que ao cair da tarde eu iria caminhar com ele pela pista de Cooper, ele falou que não estava agüentando de tanta excitação e que tinha passado à noite me imaginando, àquilo me deixou sentindo uma excitação enorme, eu estava também tarada com a possibilidade de realizar a fantasia sexual daquele homem. Fui para o meu quarto, entrei no banheiro, tomei um banho demorado imaginando àquela aventura maravilhosa, com um macho que eu mal conhecia, sabendo também, que ele já estava todo melado, só de pensar em mim, esperando me ver bem putinha, levantando o aquele vestidinho branco, que ele tanto tinha queria e saciando seu prazer.. A excitação tomou conta mim, vesti àquele vestidinho com muito carinho, me olhando de todas as formas, possíveis e imaginárias, para realizar a fantasia sexual, daquele tarado impulsivo, que despertou minha curiosidade e ativou a minha libido. Toda melada e com a imaginação a mil, comecei a caminhar, meu coração estava disparado, era a primeira vez que me mostraria para um homem com tudo combinado, até a roupinha que vestia era dele, continha desejo. Passei caminhando pela quadra de tênis e lá estava ele discretamente me observando, como de costume, parei um pouco nas barras de alongamento e logo depois voltei a caminhar. Ele veio se aproximando sorrateiramente e sentou-se num tronco entre os arbustos, via tudo àquilo com o coração disparado e sentindo a quentura da minha vulva, o expeli daquele caldinho, delicioso, que me deixava sem juízo. Nessa tarde, dei várias voltas na quadra, sem parar e, bem devagar, sentindo o prazer que me envolvia, com aquele homem me olhando e, esperando ansioso para me ver, ele sabia o que lhe esperava por debaixo daquele vestidinho branco. Aproximei-me do lugar combinado, toda melada, olhei pra ele, vi que estava transtornado de tesão, adorei vê-lo daquele jeito, me virei um pouco de costas, com a bunda voltada para ele, levantei o vestidinho na parte de trás deixando discretamente à mostra, uma parte do meu bum bum, ele estava vidrado, com a rola dura dentro da bermuda, passava a mão por em cima, eu estava louca que ele colocasse àquele pau pra fora, queria ver novamente àquela rola, o tamanho, a grossura e, fazer ele se esporrar, me tarando com aquele vestidinho que ele tanto desejava. Perto da barra de alongamento tem uns batentes, resolvi me sentar ali, sai rebolando na ponta dos pés, com a bundinha bem empinada e, me sentei. Sentada naquele chão com aquele macho me comendo com o olhar, puxei meu vestidinho delicadamente pra cima das coxas e fui abrindo as pernas, mostrando a ele minha bucetinha toda melada, ele estava louco. Botou aquele cacete pra fora e, arregaçando, deixou a cabeça vermelha e lisa pra eu me deliciar, coloquei minha mãozinha por baixo da saia e me masturbei também, ele deu uma gozada que adorei ver, apertando aquele cacete e se contorcendo de prazer. Não agüentei, fui me aproximando, pedi pra ele passar a mão naquele vestidinho dizendo que era dele, o putinho agüentou, eu sabia, ficou em pé me alisando por cima do vestidinho, eu baixei a mão bem devagar até abocanhar sua rola que já estava dura, senti ele se esporrar na minha mão, o cacete não parava de latejar e ele tremia de prazer.
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Comentários


foto perfil usuario gato loiro

gato loiro Comentou em 01/02/2011

OI MINHA DELICIA,SEUS CONTOS ME FAZEM BATER CADA PUNHETA QUE NÃO SEI COMO AGRADECE-LA,VÇ JÁ FOI ÃO CINEMA DEIXAR OS CARAS DOIDO DE TESÃO E CURTIR UMA PUNHETA ? EXPERIMENTA DEPOIS VÇ ME DIZ SE GOSTOU OU NÃO.MUITAS MULHERES VÃO ÃO CINEMA JÁ COM Á ÍDEIA DE VER UM CACETE PUNHETANDO PERTO DELAS,VÇ VAI ADORAR. BEIJOS CARINHOSOS

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coroa oriental Comentou em 20/01/2011

Ah, Julia, Julia. Quantas punhetas estou batendo por sua causa. Você é uma exibicionista deliciosa e uma ótima escritora. Que tesão! Mande outras fotos para mim se excitar, Beijos e prá variar, mais um voto.

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fantasiar e vir Comentou em 07/01/2011

A mais uma coisa haja vista onde tem conto que o autor e mulher e fala como homem em alguns relatos e vice versa, veja o seu causo, onde você tem conto em que lê parece que e relato de um homem e em outros e você mulher. agora leia os meus vai ver que todos sou eu só o meu nome que não coloco.

foto perfil usuario fantasiar e vir

fantasiar e vir Comentou em 07/01/2011

Bom dia amiga{o} ao ler seu relato concordo em parte com você, mais quero lhe dizer que no meu causo não sou escritor e sim uma pessoa que escrevo o que me acontece ou já aconteceu, mesmo com algumas fantasias, pois deve concordar que se não por uma pitada de fantasia ninguem ler os seus relatos.




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Ficha do conto

Foto Perfil julia contti
eusourico

Nome do conto:
O Vestidinho Branco

Codigo do conto:
11151

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
06/01/2011

Quant.de Votos:
18

Quant.de Fotos:
3


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